segunda-feira, 19 de abril de 2010

Reflexão.

''Não preciso fazer média com niguém''. Silvio Félix-PDT, prefeito de Limeira, durante reunião que discutia a legalização do serviço de mototaxi na cidade.

Feriados e prejuízos:
O Brasil é campeão de desperdício de grãos, comida e também em feriados. Um, em cada três dias de trabalho é considerado improdutivo, segundo pesquisa da Proudfoot Consulting, junto a 462 executivos de 10 países, que saiu no jornal Correio Braziliense, em janeiro de 2008.
O mau desempenho do Brasil tem nome e foco. Ele é provocado pela má qualificação profissional, seguido de tecnologia deficiente e limitação do crédito.
"A falta de preparo dos trabalhadores Brasileiros se fez sentir com o crescimento da economia e a falta de mão de obra especializada. A saída tem sido priorizar o treinamento, inclusive seu custo", afirmou Paulo Mol, da Confederação Nacional da Indústria, CNI, na entrevista. Se, em 2008 a economia continuar crescendo, a escassez de mão-de-obra aumentará mais ainda a perda da produtividade.
A carga tributária também é um dos principais entraves ao crescimento econômico, especialmente no caso do comércio, pois ela aumenta os preços, diminuindo as vendas, esclarece a reportagem.
Os fatores dos feriados, que em 2008 serão em menor quantidade, contribuirão enormemente com o aumento do PIB (Produto Interno Bruto). A expectativa do aumento de R$ 35 bilhões a mais do que 2007 se deverá pelos dias a mais trabalhados. O Brasil precisa repensar seus feriados. Um país que necessita de crescer e gerar desenvolvimento para incluir socialmente milhares de seus filhos, não pode se dar o luxo de desperdiçar 30% de seus dias produtivos. O vício de se iniciar o tracionamento econômico somente após o carnaval, engessando a economia e paralisando as transações, gerando um enorme e incalculável prejuízo, se tornou um dos nossos piores inimigos econômicos. O Brasil precisa crescer 5% ao ano, apenas para absorver no mercado de trabalho seus jovens que entram na maior idade. Sem contar nossa bolsa de desempregados, que é formada prioritariamente por trabalhadores sem capacitação específica.
Temos grandes desafios à nossa frente. O que esperamos é que haja coragem de nossos governantes para cortar onde necessitam, para o bem de nossa gente, especialmente os mais carentes.
por Bispo Rodovalho, dep. federal e bispo da Comunidade Sara Nossa Terra.
www.saranossaterra.com.br

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